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Publicado na Quinta, 09 de abril de 2020, 9h09
Déficit Habitacional no Brasil: Você sabe o que significa?

O déficit habitacional no Brasil vem crescendo ano a ano, mesmo com a redução de juros, a facilidade para obter financiamento com linhas e taxas mais atrativas vem aumentando nos últimos anos. O que acontece? Desde 2015 o Brasil vem amargurando crises e falta dinheiro no mercado, o achatamento das classes sociais e fazendo com isto que o sonho da casa própria para milhares de brasileiros está ficando cada vez mais distante da população. O déficit é maior na faixa de pessoas que ganham até 3 salários mínimos. Porém as classes intermediárias onde as pessoas perdem empregos, ou com medo de perder emprego e até paralisando o financiamento vem adiando a aquisição de imóveis.

Um grande fator vem dificultando também é a valorização dos imóveis tanto do terreno como das construções, e com isto fazendo com que o preço final e suas parcelas do financiamento ficam cada vez mais altas e assim a insegurança toma conta dos potenciais compradores. Em alguns casos pontuais estão aparecendo oferta maior que a procura. 

No Brasil faltam nada mais que 7,7milhões de moradias (dado 2017), e este valor vem crescendo durante estes anos. Vários estudos dentro dos órgãos governamentais e privados para ter o real desenho deste déficit, mapeando a realidade com mais clareza. Além de empresas e construtoras criando moradias e formas de reduzir os custos das construções e dos projetos. Isto para dar maior dignidade de moradia para a população.

 

Por um outro lado a CGU (Controladoria Geral da União) apresentou que 56,4% dos imóveis avaliados apresentam defeitos construtivos. Esta avaliação foi de 1,4 mil imóveis dentro da faixa 1 e 2. As infiltrações, trincas e vazamentos foram os pontos negativos encontrado pela CGU. Porém os índices de satisfação dos beneficiários são totalmente positiva. As construções relacionadas ao programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), atualmente estão desenvolvendo novos projetos de forma que dá ao mutuário uma maior qualidade de vida com infra estrutura que vai desde a qualidade construtiva, criação de área comercial, até com a instalação de internet comunitária fazendo de loteamentos interligados com segurança, transporte e saneamento básico.

Dr. Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal dentro de suas atribuições veio a público destacar que a Caixa Econômica Federal não vai poupar esforços para a redução do Déficit Habitacional, pois abaixaram os juros sensivelmente e os programas de incentivo à habitação será o foco para os próximos anos. Irá canalizar as linhas para microcrédito e o financiamento imobiliário. será atrelada ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) abrindo a possibilidade de securitizar parte da carteira do banco. Garantindo assim a securitização.

O que quer dizer com isto? Os juros caindo as parcelas do financiamento ficam menor, o valor final do imóvel também caí e assim o sonho da casa própria fica sendo novamente a realidade de boa parte da população. Claro que tudo isto anda em paralelo com o crescimento da economia brasileira e a SELIC continuando nos patamares atuais beirando 4%. Não podemos esquecer que os Bancos Privados vão acompanhar estas medidas. Sendo assim, com linha de créditos com juros mais baixos, melhoria nas construções, acompanhando toda a infra estrutura e garantindo projetos auto sustentáveis vem de encontro com o grande sonho brasileiro que é ter sua casa própria. Promovendo para os próximos anos um grande número de mutuários.

Claro que desta forma não só os programas de incentivo como MCMV (Minha Casa Minha Vida) irão obter vantagens, mais também a faixa de médio e alto padrão. Ou seja, todos que tiverem condições e interesses em aquisição de novos imóveis poderão obter de forma programada e sabendo realmente o quanto vai custar.

Outros programas atrelados ao Governo Federal, tem a intenção de aumentar a renda da população e geral estabilidade na economia, e com isto irão gerar poder de compra com segurança. E assim para os próximos 10 anos acredita-se que o déficit habitacional deverá cair mais de 50%.