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A Importância do Para-raios Para Edifícios e Prédios
Publicado em 23/Jul/2020
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Os edifícios, tanto residenciais quanto comerciais, são construções em maiores proporções, ou seja, são prédios altos, com diversos andares e que precisam de certos cuidados e medidas de segurança para evitar problemas, acidentes ou mesmo tragédias.

 

E neste contexto, o para-raios - dispositivo inventado por Benjamin Franklin em 1752 - precisa estar incluído. Afinal, é por meio dele que as descargas elétricas em uma tempestade (ou chuvas) são desviadas e encaminhadas até o solo onde perdem a força.

 

Sendo então um equipamento de extrema importância para proteger a estrutura dos edifícios, as instalações elétricas e também as pessoas que neles habitam.

O para-raios

 

O para-raios é um SPDA, ou seja, um Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas e precisa ser instalado em edifícios e condomínios para evitar danos, prejuízos e riscos à vida das pessoas que neles vivem ou trabalham.

 

Sendo assim, a sua instalação precisa ser feita da maneira correta, ou seja, com a elaboração do laudo de para-raio previamente, seguindo a norma NBR 5419 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e com todo o estabelecimento do projeto feito por profissionais, pessoas qualificadas para o serviço.

 

Isso porque, a instalação de um SPDA não é tão simples e precisa de uma equipe capacitada para fazer as avaliações, os estudos e cálculos necessários para então depois realizar implementação do dispositivo.

Tipos de para-raios

 

Atualmente existem três tipos de para-raios no mercado: o Gaiola de Faraday (mais utilizado), o Método Franklin (mais limitado em questão de proteção e altura) e o Método da Esfera Rolante (mais recente). 

 

Cada um possui certas características, por isso é importante verificar com a equipe que for instalar o dispositivo em seu edifício/prédio qual é o mais adequado.

 

Manutenção

 

Além da instalação correta, o para-raios também precisa de uma manutenção adequada para continuar funcionando bem durante um longo tempo.

 

Sendo assim, todo semestre uma equipe especializada deve realizar manutenções, reparos e trocas (se necessários) e verificar as condições gerais do sistema. 

 

Por exemplo, os profissionais devem verificar como está a condição das hastes do dispositivo, se o mastro está funcionando e se a caixa d'água está aterrada, e devem também realizar a limpeza nos captores e no cabeamento. Afinal, a oxidação pode ocorrer.

 

Dessa forma, seguindo essas e outras verificações e realizando os reparos necessários, o sistema continuará funcionando bem por um longo período.

 

E vale ressaltar que se o para-raios não estiver com a manutenção em dia e/ou não estiver seguindo as normas regulamentadoras, em caso de problemas e acidentes, a seguradora do condomínio pode não pagar a indenização ou pior, o síndico pode ser responsabilizado criminalmente. 

 

Por isso, ter atenção a isso é fundamental.

Os raios

 

Os raios são fenômenos naturais (e aleatórios) que surgem em chuvas/tempestades em uma espécie de “curto-circuito” entre a nuvem e a terra, e que devido a energia que possuem podem causar incêndios, blackouts, choques, danificar aparelhos e até mesmo matar pessoas.

 

Além disso, o Brasil é o país campeão em quedas de raios, inclusive, de acordo com a OMM - Organização Meteorológica Mundial, o maior raio do mundo foi registrado aqui no ano de 2018, com nada menos do que 709 km de extensão!

 

Ou seja, se tem um lugar que precisa seriamente de medidas de proteção contra raios é o nosso país.